Todos os anos, acompanhamos eventos que movimentam o Paraná. Mas poucos conseguem traduzir tão bem o espírito de conexão, superação e descoberta quanto o Rally Transparaná. Em sua 32ª edição, a prova reforça um título expressivo: é reconhecida como o maior rally de regularidade do mundo.
Mais do que uma competição, o Transparaná é uma jornada que atravessa o estado de oeste a leste — e que encerra sua trajetória em um lugar que nós conhecemos profundamente: Guaratuba, onde a vida é mais leve.
Foto: Dom Fotografia
Promovido pelo Jeep Clube de Curitiba, em conjunto com a Federação Paranaense de Automobilismo e a Federação Paranaense de Motociclismo, o Rally Transparaná é uma prova de regularidade — modalidade em que vence quem mantém a média de tempo e velocidade estipulada pela organização, e não necessariamente quem chega primeiro.
Nesta edição, mais de 400 veículos — entre jipes, motos, UTVs e participantes das categorias Peabiru e Trilha 4×4 — percorrem cerca de 2 mil quilômetros, passando por aproximadamente 120 municípios paranaenses.
A largada acontece em Guaíra, no Oeste do estado, e a chegada oficial será na Praia Central de Guaratuba, no dia 21 de fevereiro, com cerimônia aberta ao público.
O evento conta com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Esporte e do Viaje Paraná, fortalecendo o esporte como indutor do turismo e do desenvolvimento regional.
Ao longo do percurso, o rally passa por cidades como Umuarama, Maringá, Londrina, Castro, Colombo e Curitiba, movimentando a rede hoteleira, restaurantes, comércio local e serviços.
Esse impacto não é pontual. Ele fortalece o chamado Turismo Sobre Rodas, segmento que cresce no Brasil e que valoriza experiências autênticas, contato com a natureza e deslocamentos por terra.
Participantes de estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Santa Catarina reforçam a dimensão nacional do evento. São famílias, casais e grupos de amigos que enxergam no Transparaná uma oportunidade de redescobrir o Paraná — suas paisagens, sua cultura e sua hospitalidade.
E aqui, nós reconhecemos algo que sempre defendemos: desenvolvimento sustentável acontece quando esporte, turismo e comunidade caminham juntos.
Um dos aspectos mais bonitos do Transparaná é a relação afetiva que os participantes constroem com o estado. Há quem diga que se sente “paranaense de coração” depois de percorrer suas estradas.
O rally reúne diferentes gerações — de jovens pilotos a participantes com mais de 70 anos — mostrando que o espírito aventureiro não tem idade. Famílias inteiras participam juntas, transformando a competição em memória compartilhada.
Esse movimento reforça algo que acreditamos profundamente: o Paraná é diverso, acolhedor e cheio de caminhos que nos levam a novas descobertas.
Além da competição esportiva, o Transparaná também deixa um legado social. Ao longo do trajeto, são realizadas doações de cestas básicas nas cidades-sede, fortalecendo o compromisso solidário do evento.
Esse olhar para o coletivo traduz um valor essencial: crescer junto. Quando esporte, iniciativa privada e poder público se unem, o resultado ultrapassa a linha de chegada.
Encerrar o rally em Guaratuba não é apenas uma escolha geográfica — é simbólica.
Depois de atravessar o interior, serras e planícies, os participantes encontram o mar. A chegada na Praia Central marca não só o fim da prova, mas a celebração de uma jornada intensa que culmina em um dos destinos mais encantadores do litoral paranaense.
Para nós, que construímos refúgios à beira-mar, ver Guaratuba como palco desse encerramento reforça aquilo que sempre defendemos: viver aqui é experimentar qualidade de vida, natureza e pertencimento.
Eventos como o Rally Transparaná projetam a cidade nacionalmente, fortalecem o turismo e movimentam a economia local — da hotelaria ao comércio, dos restaurantes aos serviços.
E quando Guaratuba cresce, todos crescemos juntos.
O Rally Transparaná nos lembra que o Paraná é feito de caminhos. Caminhos que conectam cidades, histórias e pessoas.
Nós acreditamos que o verdadeiro destino não é apenas o ponto de chegada, mas a experiência vivida ao longo do percurso. E, quando esse percurso termina à beira-mar, ele ganha ainda mais significado.
Que possamos continuar celebrando eventos que valorizam nosso estado, fortalecem nossas comunidades e mostram ao Brasil o que já sabemos: há algo especial em viver aqui.
Porque, no fim das contas, é exatamente isso que buscamos construir todos os dias.
Onde a vida é mais leve.
32º Rally Transparaná: quando o Paraná se conecta e Guaratuba celebra a chegada
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